Episódio #1.01 - Home Is Where The Heart Is

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Episódio #1.01 - Home Is Where The Heart Is

Mensagem  Leo Oliveira em Qui Mar 08, 2012 4:47 pm

Ben Higgins (Matt Long), celebridade local de Crestview, está de volta à sua cidade natal após 5 anos afastado. Embora um retorno comum fosse tudo o que desejasse, seus amigos e familiares jamais permitiriam que isso acontecesse, presenteando-o com sequestros relâmpagos, esculturas de gelo fálicas e até mesmo um flerte inadequado com a última pessoa por quem achou que poderia se interessar.
Também estrelam Joanna Garcia, Sean Faris, Samaire Armstrong, Chord Overstreet, Travis Caldwell, Amber Stevens e Tuc Watkins.
Participações de Meredith Salenger, Sarah Desjardins e Noah Ryan Scott.

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Re: Episódio #1.01 - Home Is Where The Heart Is

Mensagem  Julio Carvalho em Sex Abr 20, 2012 4:44 pm

Yay!
Começando a ver essa delicia. ~rs.

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Re: Episódio #1.01 - Home Is Where The Heart Is

Mensagem  Leo Oliveira em Sex Abr 20, 2012 11:19 pm

Eba, bom saber que tenho leitor novo! Não esqueça de dizer o que está achando, thatjulio Very Happy

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Re: Episódio #1.01 - Home Is Where The Heart Is

Mensagem  Julio Carvalho em Sab Abr 21, 2012 10:55 am

Geez! Explodiu na minha cara esse episódio.
Ryan + Lucy escondendo um affair.
E o Chord, será?
Que delicia de série.

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Re: Episódio #1.01 - Home Is Where The Heart Is

Mensagem  Harbor em Dom Abr 22, 2012 9:53 am

Gente, primeira temporada quase terminando com contratações da segunda já iniciadas e ainda não consegui começar a comentar a série.

Apaixonou mesmo por Sean Faris, huh? Depois de tanto ódio gratuito pelo rapaz, colocou-o para atuar em 4 episódios de ORD, reservou para POB e agora parece que o rapaz finalmente terá uma chance de atuar em uma série sua por um bom tempo. E amo que tenha aproveitado Faris e Cadwell de POB, mas tenha rejeitado Caplan e Cassidy, pobrezinhas.
E Time After Time me lembrou LIP com seu protagonista fazendo narrações reflexivas e com todo o seu jeito peculiar de não saber se comportar em sociedade.
E não aprende mesmo a fazer aberturas harmônicas, huh? Mas como Ben e Aaron aparentemente são gays, até faz sentido que tenha mais homens na abertura. Aliás, abertura só tem casal, huh? Sim, porque Courtney e Paul vão se pegar... Ela tá divorciada e ele, viúvo. Simples assim! Sem falar que confusão que isso pode acarretar é boa demais para não ser aproveitada.
E acabo de ver que abertura muita harmônica do que eu pensava... Pelo menos, em termos de casal. Ben e Aaron, na vertical, assim como Courtney e Paul. E Lucy e Ryan lado a lado, assim como Luke e Becky. É, talvez você não seja tão ruim em harmonizar aberturas, after all... Mas divago, vamos à série!

Piloto muito bem estruturado, com Ben apresentando sua condição "aberrativa" e todo o seu medo e receio em voltar para casa. Toda a tensão em ter que lidar com o retorno foi muito bem abordada e, embora sua condição não tenha sido muito abordada ainda, promete render bons momentos. E de antemão já digo que preciso dos flashbacks de Ben dando palestras sobre a distribuição hierárquica das marmotas e os conflitos geopolíticos nas colônias albinas de Moçambique. Muito boas para ficarem apenas na teoria, LOL.
De cara, preciso dizer que não sei se Ben é gay... Quer dizer, ficou todo preocupado por ter flertado com melhor amigo do irmão, mas pode ser preocupação em ter pagado um mico. Além disso, se não fosse cenas finais de Lucy com Ryan, podia jurar que Lucy e Ben seriam muito mais que apenas melhores amigos de infância. E Ben muito fofinho pedindo desculpas para Lucy por não tê-la levado com ele em sua viagem. Aliás, toda a amizade dos dois bem fofinha e imersão de Ryan e Courtney, embora não esteja muito clara, também foi muito boa, principalmente com sequestro de Ben. Por um momento, achei que sequestro fosse de verdade e que os gêmeos do mal ainda fossem bullies da época do colégio, mas flashback mostrando como os dois juntos tinham um coração muito bom, Courtney muito divertida tentando consolar Lucy.
Para finalizar parte de Ben, acho que, embora parecido com Brett de LIP, é bem diferente dele, LOL. E personalidade remoedora de sentimentos muito interessante e que pode render bastante conflito bom de se ler.

Mas chega de falar de protagonista TVSNico que realmente é protagonista, vamos falar de Lucy... Pra começar, Lucy é filha da Claire, PIUIII! Sério, quem mais teria mãe que vende pedras lunares? Wink
Mas brincadeirinhas à parte, Lucy mostrou-se muito fofa em sua amizade com Ben e ainda tem aquela coisa de amargurada fofa que também pode render algo muito interessante.
E claro, caso dela com Ryan vai ser muito polêmico e interessante de acompanhar, por mais estranho que seja! Smile

Por falar nele, Ryan muito engraçadinho com suas piadinhas ao longo do sequestro... Mas confesso que ri mais ainda quando ele pergunta se pode bater em Ben e Courtney pede que espere duas semanas, LOL. E receio que isso seja o máximo que eu possa falar dele agora. Acabei de perceber que Ben dominou bastante o episódio e os demais personagens apenas apareceram. Laughing

Entretanto, apesar do pouco tempo de tela, algo me diz que Courtney vai ser uma das minhas preferidas! Além de ser interpretada pela fofa da Samaire e ter trolado a Lucy em sua tentativa de consolo, ainda fez ótimas piadas sobre quebrar o gelo... Aliás, agora que estou relendo o episódio para comentar, percebo que estava mais do que óbvio que Ben era gay, LOL.
E claro, não posso negar que estou louco para ver o romance dela com Paul se desenrolar... Serão os meus novos Jen e Waltinho! Very Happy

Próximo da lista é Aaron que, embora tímido e envergonhado, já mostrou química e dinâmica muito boa com Ben. Diálogo dos dois com direito a alopração dos velhinhos de 80 anos muito divertofo. Mas vamos esperar para ver o que acontecerá com esses dois.

Em seguida, temos Luke... E, gente, que maleta! Mas maleta fofa, eu acho, LOL. Não, sério, Luke ficou transitando entre a malice e a fofura, mas, no fim das contas, o saldo é positivo e até entendo sua reação com retorno do irmão... Ficou muito tempo sem vê-lo e acabou reagindo daquela maneira e implicância de irmãos é algo que pode render. E como já li quarto episódio, posso dizer que realmente rendeu!

Becky soltou piadinhas divertidas e tentou organizar uma boa festa de boas vindas para Ben, que acabou virando um lamaçal só com estaturas de gelo virando objetos fálicos e, por fim, ficando meia bomba. E infelizmente foi só isso! Sad Mas Amber Stevens muito fofa e tenho certeza de que logo logo sua chance de brilhar vai chegar... E aparentemente já chegou, LOL.

Last e least (Rolling Eyes), Paul muito ótimo tratando Ben como criancinha, girando o pobrezinho no ar. Infelizmente, de todos, é o personagem que menos parece promissor (tirando caso que terá com Courtney, claro!), mas momentos de paizão orgulho prometem render momentos muito entretenedores e fico feliz que teremos isso sempre.

Enfim, de uma maneira geral, é notório que Time tem muitas semelhanças com LIP, mas também mostra que você evoluiu muito como escritor, mantendo sua essência. LIP era uma merda, só que não, mas Time promete ainda mais. E mal posso esperar por chegada de Alison Mack.

Que venha o jantar do quarteto fantástico! Very Happy

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Re: Episódio #1.01 - Home Is Where The Heart Is

Mensagem  Leo Oliveira em Dom Abr 22, 2012 1:48 pm

Julio Carvalho escreveu:Geez! Explodiu na minha cara esse episódio.
Ryan + Lucy escondendo um affair.
E o Chord, será?
Que delicia de série.

Julio, se você acha que Ryan e Lucy são uma combinação diferente agora, espere só pra ver como era a relação deles nos flashbacks dos próximos episódios. É tipo água e óleo mesmo, não sei como se misturaram Laughing
E quanto ao Chord, você não demora muito pra ter uma resposta definitiva!

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Re: Episódio #1.01 - Home Is Where The Heart Is

Mensagem  Leo Oliveira em Dom Abr 22, 2012 2:19 pm

Harbor, que surpresa ótima abrir o fórum e me deparar com comentário seu! Digo sempre para o Luciano o quanto sinto falta de suas digressões, agora vou escrever a série com outro pique!

Harbor escreveu:Apaixonou mesmo por Sean Faris, huh? Depois de tanto ódio gratuito pelo rapaz, colocou-o para atuar em 4 episódios de ORD, reservou para POB e agora parece que o rapaz finalmente terá uma chance de atuar em uma série sua por um bom tempo. E amo que tenha aproveitado Faris e Cadwell de POB, mas tenha rejeitado Caplan e Cassidy, pobrezinhas.
Pausa para expressar a minha surpresa de você saber da existência de Psycho Bar, essa delícia de 2 episódios que nem foram ao ar e de onde roubei não só atores, mas todo o visual de Time After Time! Realmente, desenvolvi uma obsessão pouco saudável por Sean Faris e, além dos que você citou, coloquei o dito cujo em mundos projetos fracassados, mas só vingou mesmo agora porque tem uma função muito específica pra desempenhar em sua interação com o elenco.
Katie Cassidy até foi cotada para o elenco, mas o problema de ter envelhecido 20 anos em 5 meio que matou as chances dela, sabe? Do jeito que tá acabada, teria que interpretar a mãe de Ben!

Considerando tudo o que você observou sobre meus outros roubos inspirações em séries passadas, percebi que Time é mesmo uma mistureba louca de tudo o que já fiz! Tem protagonista importante, desajustado e que narra amarrando os acontecimentos como em LIP, o climinha de cidade bizarrofa de interior que vende pedras lunares de Ordinary Days e a parte sci-fi de Skills, com direito até a Jen e Waltinho!

Aliás, estou chocado com sua observação perspicaz sobre Courtney e Paul, sou tão previsível assim que basta ter um personagem viúvo e outra divorciada que imediatamente presume que vão ficar juntos? Laughing O pior é que é que, em sua obsessão por aberturas harmônicas, me mostrou algo que eu não tinha percebido, que são essas delícias de casais formando retângulos na horizontal e na vertical! Vou ter que dar uma mexida nisso e ver se faço jogos da velha, né?

Você definiu a distribuição do piloto perfeitamente: ele é mesmo uma introdução gigantesca à personalidade do Ben, com os outros personagens apenas transitando ao redor, pra serem desenvolvidos mais tarde. Não sei se era a minha intenção na época ou se fui incompetente de apresentar os outros personagens, mas hoje vejo que foi o mais acertado pra série, porque era muita informação sobre o Ben que precisava ser dada logo de início para a temporada fazer sentido, e foi bem interessante construir a personalidade dos outros ao longo dos episódios. O que você disse sobre ficar claro que ele é gay no primeiro episódio também foi proposital, espalhei umas dicas aqui e ali, e a confirmação só vem mesmo lá pro final com o Aaron, porque não queria definir a série apenas por isso, e sim desenvolver a história de um protagonista com milhões de outras características que por acaso também é gay.

Não sabe o quanto fico feliz de descrever Lucy como "amargurada fofa", porque é bem assim que a enxergo, mais a partir do 2º episódio do que aqui. Muitas vezes escrevendo a série fiquei com a impressão de que pesei a mão demais na irritabilidade dela, então qualquer fofura que possam enxergar através disso já é ótimo! É uma coisa meio Lily (Reese Witherspoon) em Publicity, provando que tô mesmo roubando de todas as séries que tive!

Acho que Ryan é o personagem que mais demora pra realmente mostrar a que veio, justamente por ser fechado demais pra demonstrar o que se passa com ele, mas quando isso acontece, ele se torna um dos meus personagens favoritos, então fique de olho. What a Face E Courtney é puro amor mesmo, né? Quando escrevi que ela era a mais acessível do quarteto na página dos personagens, percebi que isso se aplica não só às pessoinhas de Crestview como ao público também. É meio bully, meio vagabunda, meio nerd, meio sofredora apaixonada e mesmo assim não deixa a peteca cair num segundo, me conquista mais a cada nova cena que escrevo.

Luke é outro que tenho que me esforçar pra achar equilíbrio, essa posição de "irmão mais novo que vive à sombra do mais velho" é muito propícia a transformar o personagem em pirralho insuportável, e aposto que muita gente o enxergará assim, mas realmente não é a intenção. A relação dele com Ben é uma coisa que, mesmo que não fique em foco o tempo todo, me agrada muito e, mais pra frente, Luke terá uma história de partir muitos corações pale

Curiosidade sobre Aaron e Becky: fiz um projeto anterior a Time, basicamente com o mesmo elenco, que mostrava essa galera da pesada dividindo um apartamento para pagar as contas (I know, premissa muito criativa, ainda bem que não fiz) e esses dois se pegavam como se não houvesse amanhã. Ou seja, vibe que você vê em Ben e Lucy (chamados carinhosamente por Luciano de Bucy) eu vejo nos dois, embora a possibilidade me pareça muito, muito remota.

Acho que você está com velhofobia com Paul, achando que não é muito promissor, mas vou dar um desconto porque aparece pouco nesse começo, mas vai ver que o ermitão mais cobiçado de Crestview tem um longo caminho pela frente e segredos que deixariam ciganas viciadas em crack de cabelo em pé!

Muito obrigado de verdade pelo comentário, Chrys, me levou numa viagem no tempo (!) diretamente para a era áurea da TVSN, espero que continue acompanhando a série e interagindo com suas observações Cool E sei que Luciano já te perguntou isso e estava dando um tempo da carreira de roteirista, mas não pensa mesmo em fazer nadan ovo para a emissora? Seria muito bem-vindode volta, viu? Very Happy

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#1.01 - "Home Is Where The Heart Is"

Mensagem  Victor Poroca em Sab Mar 16, 2013 3:19 am

E não é que eu estou aqui novamente? Quer dizer, era para eu estar comentando No Strings Attaché'd, mas todo o seu ciuminho praticamente me forçou a reler o piloto de HTime after HTime para comentar aqui. Reler mesmo, porque já tinha lido esse episódio outra vez, assim como fiz com a própria NSA. Ou seja, isso de apenas ler o piloto e depois passar anos sem assistir o próximo já virou um padrão, né? Só que dessa vez não lembro (ao contrário de Ben, obviamente) do tanto que gostei desse episódio. Acho que gostei bastante? Enfim, deve ser melhor eu focar nas minhas opiniões atuais, porque infelizmente não sofro de síndrome hipertimésica.

HTime After HTime, na minha opinião, é bem diferente de praticamente tudo o que você já fez. Não pelos níveis de nassersexualidade latentes, porque foi justamente você a pessoa que apresentou o frango assado ao mundo TVSNíco, mas sim pelo conteúdo em si. Sem querer soar pedante (deus me livre!), mas é provavelmente o seu projeto mais "adulto" que eu já tive a oportunidade de ler. Claro que é uma dramédia bastante leve, descontraída e fofa, mas alguns dos temas principais, pelo menos do piloto, são realmente mais reais e dramáticos, o que eu adoro, porque acaba diferenciando você da sua versão drag e morta, Susuzinha. Ao mesmo tempo em que você coloca esculturas fálicas de gelo e reviravoltas românticas rocambolescas, também mostra personagens bem mais maduros e complexos que Ordinary Days e Skills, por exemplo. Acho que essa junção fez o episódio parecer redondinho e até bem rápido e gostoso de ler, ao mesmo tempo em que conseguiu mostrar diferentes facetas de cada personagem em diversos momentos, o que eu achei muito, muito legal. Consegui me divertir com inúmeras cenas enquanto tive oportunidade de conhecer e me identificar com Ben, Lucy, Ryan, Courtney, etc. Então, olhando todos esses fatores, tenho que dizer que esse deve ter sido seu melhor piloto até agora e provavelmente o que mais me deu vontade de continuar lendo para saber o que vai acontecer a seguir com os personagens.

Como você pode ter visto acima, minha memória é uma merda gigantesca e, justamente por isso, não consegui me identificar de jeito nenhum com Ben. Mentira... Primeiramente, preciso confessar que não sou um fã muito grande da narração inicial. Ela realmente foi necessária para apresentar tanto o próprio personagem principal quanto a doença dele e os temas mais importantes que iriam dar o tom para o episódio, mas achei longa e depressiva demais. Ou seja, não me apaixonei com Benzito logo de cara. Entretanto, com o decorrer do episódio, acabei gostando dele cada vez mais, principalmente por ser extremamente desajeitado em todas as suas relações interpessoais e seu senso de humor meio bizarro-fofo, principalmente nos comentários entre os flashbacks e na narração do último bloco. Ben é realmente uma pessoa presa no tempo, talvez tanto literalmente quanto figurativamente, e acabei sentindo isso durante todo o episódio através de muitas de suas ações, como focar demais no passado em vez de seguir em frente e viver o presente, algo com o que eu realmente me identifiquei, o que é ótimo, já que isso é quase necessário numa série com um protagonista tão central quanto Ben.

Mas, enquanto Ben é o protagonista oficial da série, preciso confessar que a estrela, pelo menos para mim, é definitivamente Joaninha maravilhosa. Ao contrário dele, que no começo foi apresentado quase que didaticamente demais, conhecemos Lucy de uma maneira tão orgânica que não pude não me apaixonar. Em apenas um episódio, foi possível descobrir tantos lados de uma mesma personalidade e eu absolutamente adorei isso. Dentre todos os personagens, ela é realmente a mais humana e me preciso falar que acabei me identificando demais, principalmente na cena da promessa. Esse desejo de liberdade e de não querer ficar restrito a apenas um destino é uma coisa que me tocou, provavelmente muito mais do que quando eu li pela primeira vez. E acho que são justamente essas duas cenas em que ela e Ben falam sobre a promessa são as minhas favoritas em todo o episódio, depois do sequestro, claro, porque foi uma bela chance de conhecer não só Lucy, mas também o próprio Ben, além de tocar em uma tema extremamente recorrente nesse episódio, os arrependimentos. Acho é um sentimento mútuo na relação dos dois e talvez, justamente por causa disso, a dinâmica entre os dois seja provavelmente a minha favorita até agora.

Enquanto Ben e Lucy realmente trazem a carga dramática e emocional do episódio, quase todos os outros personagens acabam servindo de alívio cômico, o que não é uma reclamação, já que eu gostei demais dessa mistura. Não estamos aqui exatamente pra ler dramas shakesperianos focados apenas em estudo de personalidade do personagem, mas uma série gostosa de ler. E, justamente por isso, temos Beckyzita. Ela não teve muito destaque no episódio (pelo que lembro, ela aparece bem mais no segundo), mas foi perfeita em cada fala, quebrando o gelo entre os dois irmãos e criando o momento para uma sensualização bem bros helping bros, se é que você entende. Além disso, ela é Amber Stevens, e como é que é possível não amar Amberzinha, hein?

Assim como Beckyzinha, outros personagens que também ajudaram a dar um ar mais leve e fofo ao episódio foram os Super Gêmeos, ou seja, Courtney e Ryan. Adorei ver a comparação entre a relação deles com Ben/Lucy tanto no colegial quanto nos dias atuais, aliás, preciso falar que adorei esse modelo de episódio. Utilizar o "dom" do Ben para intercalar as cenas do passado com o presente foi uma jogada genial, na minha opinião, porque abre um leque praticamente interminável de opções para os próximos episódios. Essa falta de obrigação da série em ser totalmente linear em relação às lembranças de Ben realmente dá um toque muito bom para o seriado e, nesse piloto, realmente serviu para dar complexidade para ambos os personagens e me fez ficar ansioso tanto parar descobrir como foi que os dois irmãos foram de inimigos para melhores amigos de Ben e Lucy, além de deixar muito curioso sobre o evento misterioso que aconteceu com Lucy. Aliás, falando em Lucy, tenho que falar que não esperava esse relacionamento secreto entre ela e Ryan. Nenhuma outra parte do episódio sequer deu uma dica sobre a paixão tórrida dos dois, então quando li essa cena, fiquei chocadíssimo e, aliás, de maneira positiva, porque a dinâmica dos dois foi ótima.

Não acho que preciso comentar as participações de Luke e Paul nesse episódio porque eles ainda não mostraram realmente ao que vieram, né? Provavelmente serão desenvolvidos no desenrolar dos próximos episódios, acho. Além disso, esse comentário já tá ficando grande demais e já já Lupito vai falar que eu escrevi mais para você do que para ele e ficar com ciúmes também. Enfim, como você pode ter visto, eu simplesmente adorei o episódio e vou tentar ler tudo o que falto (muita, muita, MUITA coisa...) o mais rápido possível, porque a história realmente promete.
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Re: Episódio #1.01 - Home Is Where The Heart Is

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